quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Justiça

Justiça – palavra dúbia, flexível, dependente, inigualável, injusta.

Deparo-me constantemente com a necessidade de justiça em vários temas e situações da vida real, aquela que todos vivemos à procura de algo melhor e do alcance de um bem maior.

Deparo-me com isso e, infelizmente, fico triste com o que encontro. O aperto no peito causado pela injustiça depende de pessoa para pessoa também, claro. Mas a essência de cada um, quando a maldade é o que vem ao de cima, é algo que me atormenta.

As pessoas são seres humanos, independentemente da forma como as vejamos.

As pessoas merecem ser tratadas com respeito, justiça, olhos nos olhos, verdade, crítica, explicações, palavras, gestos e diferença.

As pessoas não merecem a indiferença, seja em que situação for!

Ressinto-me com pouco… mas a injustiça que vejo e sinto à minha volta fica guardada num canto qualquer do meu estômago que não me deixa descansar. Por que motivo é que tem que ser assim? Por que razão é que temos que achar que somos melhores que A ou B e que A ou B não merecem o nosso respeito e justificações por acções nossas, como C ou D merecem?

A injustiça traz discórdia, descontentamento, desmotivação, incapacidade de se focar no que é importante e essencial, impossibilidade de ser feliz.

Numa sociedade em que tantos se dizem boas pessoas, sem mau sentido nos seus gestos, com capacidade de dar mais ao mundo e torná-lo num sítio melhor eu pergunto-me: onde raio é que tantas boas pessoas meteram as suas boas intenções? Diz-se que “de boas intenções está o inferno cheio”… e que grande verdade!! De que servem as boas intenções se as guardamos para nós? De que servem as boas intenções se não as praticamos no dia-a-dia e não as fazemos parte da vida daqueles que nos rodeiam e são próximos e importantes? De que servem então?

Poder-se-ia encontrar uma espécie de refúgio para estas acções em algo chamado cobardia. Será isso? Será que somos tão cobardes ao ponto de não sabermos que aquilo que fazemos tem impacto na vida daqueles que de nós dependem, duma forma ou de outra?

Bem sei que a injustiça é um conceito com o qual é difícil de conviver… então por que é que tantas boas pessoas que existem por esse mundo fora não se esforçam para retirar um “in” da palavra e viverem com mais justiça?

Somos pequeninos se pensamos que a justiça só se vê nos tribunais, nos concursos, na democracia… somos mesmo pequeninos se assim pensarmos! A justiça vê-se em tudo que fazemos! No nosso dia-a-dia, nas nossas acções, palavras e gestos; nas nossas decisões e escolhas; na nossa forma de viver!

Poderá parecer que aconteceu algo recentemente na minha vida que considero injusto… na verdade não é isso! Têm é acontecido muitas injustiças na vida de algumas pessoas que me são queridas, de quem gosto mesmo muito e que são mesmo muito importantes para mim!

Que injustiça!





Abraços,

Gaivota em construção para um mundo melhor...

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Inspiração :)

Há dias que ando com esta palavra na cabeça: Inspiração!

Penso que é um pouco natural que quando chegamos ao fim de um ciclo olhemos para trás e tentemos perceber o que foi acontecendo... como foi passando o tempo, como evoluíram as coisas, com quem fomos estando, o que fomos fazendo, o que poderíamos ter feito e que ainda não foi desta... e uma série de outras coisas.

Ao mesmo tempo é engraçado perceber como há ciclos que se sobrepõem e que, mesmo não terminando agora, ajudam a olhar para trás e a perceber o quão importantes foram na realização de muitas outras coisas para os quais não estavam "destinados" à partida. Julgo ser fruto óbvio de que tudo o que fazemos está interligado e influencia o que sentimos, o que pensamos, com quem estamos e, acima de tudo, quem somos!

Há uma frase de Eduardo Galeano que "conheci" durante a faculdade e que nunca mais esqueci, tal a importância que lhe conoto. "Somos o que fazemos, mas somos principalmente o que fazemos para mudar o que somos." E, para mim, isto é tão verdade! É a nossa atitude de melhorar, de crescer, de querer ser alguém diferente que nos faz ser quem somos.

As (auto-) avaliações são uma ferramenta fundamental a isso, claro, mas estas podem ser, por vezes, muito duras. É por isso que quando acontecem devem ser precedidas e sucedidas de alguma coisa com sentido... um amigo que nos sugere tempo de reflexão, um novo projecto que vamos agarrar ou uma necessidade de mudança iminente em nós. Quando reflectimos e fazemos retrospectivas é importante percebemos para onde estamos olhar e o que podemos retirar dali para o futuro! :)

Este foi um ano de decisões, algumas mais difíceis que outras, umas mais óbvias que outras, mas decisões! Para mim, decidir, é sempre difícil! Faço-o de consciência, de coração, mas faço-o! É importante sabermos que as decisões são sempre importantes e requerem a nossa atenção e dedicação... e quando são muitos difíceis é porque as opções que nos são apresentadas são, eventualmente, adequadas... mas é aí que nos vamos definindo! Quando decidimos com o coração sabemos quem somos e o nosso ser respira de alívio. Decidir contra a própria consciência é das torturas mais terríveis e que ninguém merece ter...

Tenho um olhar positivo e sorridente sobre a vida :)
Sempre fui assim... não sei bem porquê, mas sempre aprendi que ver o lado bom das coisas nos leva mais longe. É uma espécie de ciclo "vicioso" também: coisas boas atraem coisas boas, coisas más atraem coisas más. E é por isso também que sei que por mais dura que seja a tempestade, se formos persistentes e agirmos em conformidade com aquilo que sentimos e pensamos, a bonança chegará sempre.

Percebi que, nas decisões que tive que tomar durante este ciclo que está a terminar, acabei por procurar pessoas e coisas que me inspiram. Sinto-me cheia quando estou com estas pessoas, quando partilho coisas com elas, quando ouço o que têm a dizer, quando me inspiram... o mesmo com a música e as fotografias que me tocam bem cá dentro e que me relembram o que é importante para mim e qual o caminho que escolho percorrer. São pequenas coisas da nossa vida que simbolicamente ganham uma importância tremenda! São pessoas grandes e lindas que conhecemos e que nos fazem querer ser assim: exemplos! São sorrisos, olhares, lágrimas, abraços e beijos. São tantas tantas coisas... e tudo junto faz com que a vida tenha sentido!

O que desejo para 2014 e para os novos ciclos que agora iniciam é Inspiração! Muita Inspiração! :) Ajuda a seguir o caminho, a criar coisas novas, a ser diferente e a ir mais além! Desejo a todos o que desejo para mim mesma: muita FELICIDADE e e um ano inteiro a sorrir e a chegar mais longe! :)

(retirada do facebook de um dos meus amigos :P)

Amanhã é o primeiro dia do ciclo de 2014, mas é também o dia a meio de outro ciclo já a decorrer, o dia a 3/4 do fim de outro ou outro dia de outro ciclo. O que importa é termos consciência de que a nossa vida é realmente importante e que temos que ser nós a dar sentido aos nossos ciclos, sempre! :)

E é por isso que a palavra INSPIRAÇÃO não me tem saído da cabeça... percebi que é "ela" que me tem ajudado a tomar as decisões mais difíceis! Obrigada! :)

Beijinhos e abracinhos da Catarinazinha,
Gaivota em Construção!

PS - há saudades boas que inspiram também, mas espero poder rever muitas das pessoas que são tão importantes para mim e das quais tenho tantas saudades!!

terça-feira, 27 de agosto de 2013

O Caminho!

Tudo começou muito devagarinho e tímido... ao princípio estávamos todos um pouco a medo e à espera do que podia vir aí.

O tempo foi avançando e os desafios colocados foram aceites, embora sempre com alguma reticência.

Acreditei sempre que era possível... não quero parecer a "velha chata", mas também já tinha passado por isso! E sabia que valia a pena!

Ser espicaçado não acontece a todos (infelizmente!) e quando acontece é preciso que se aproveite! Fui espicaçada quando estava "desse lado" e por isso compreendo o quão importante isso é, principalmente para um Caminheiro.

Ser dirigente do CNE tem-me trazido muitos e variados sentimentos... alguns muito bons, outros nem por isso... mas tem-me feito viver coisas únicas e que reconheço serem uma dádiva para quem a quer olhar e receber. Já lá vão quase 4 anos desde que fiz a minha promessa de dirigente e confesso que nunca me senti tão preenchida neste "papel" como hoje.

Ser Chefe de Clã é maravilhoso! Não tenho palavras que possam explicar isto que vai cá dentro, mais uma vez! Há coisas que se vivem na IV Secção que não se vivem mesmo em mais lado nenhum, e quem vive o que lhe é proposto enquanto Caminheiro compreende bem o que quero dizer.

São exploradas áreas de nós mesmos que desconhecíamos por completo, ou por medo, ou por ignorância. São-nos postos desafios à frente que nunca sequer imaginámos. Temos "loucos" ao nosso lado que nos motivam e mostram que há sempre um caminho para retirar os "im's" dos "impossíveis".

Confesso que também tive momentos de fraqueza, em que sentia que já tinha poucas forças para continuar a puxar o barco, mas foi também nesses momentos que percebi o quão importante é o papel do "irmão mais velho", em especial quando se trabalha com jovens adultos que se deparam com um novo mundo todos os dias.

Tivemos (e aqui acho que também falo pelos meus Caminheiros) a sorte de ser dos poucos que conseguem manter a chama acesa. Chamo-lhe "sorte" mas no fundo acredito que é bem mais do que isso... mantivemo-nos unidos neste caminho porque tinha que ser assim :)

Chegado o final do ano escutista para o meu Clã (um bocadinho mais tarde do que o habitual), confesso que consigo perceber em mim todo o crescimento que fomos vivendo ao longo do ano, sem darmos por isso.

Quando no início deste texto escrevia que tudo começou muito devagarinho referia-me precisamente a isso, ao início do ano escutista. Em Outubro de 2012 tinha Caminheiros com mais medos, menos confiantes, com horizontes mais cerrados. Estes mesmos Caminheiros deixaram-se espicaçar durante o ano e mantiveram o seu compromisso de Caminhada para com eles mesmos e para comigo. O maior desafio, que poucos deles acreditavam ser possível, chegou no dia 18 de Agosto.

O Clã nunca imaginaria, no início deste ano escutista, que conseguiria fazer o Caminho de Santiago. O que é certo é que conseguiram/conseguimos, e no dia 23 de Agosto, com um GRANDE sorriso no rosto, chegámos mais longe do que algum deles tinha conseguido imaginar poucos meses antes :)

Sabem o que mudou? Houve alguém que acreditou e que conseguiu mostrar que é possível!

Às vezes só precisamos mesmo disso, não é? Que haja alguém que nos mostre um caminho e que nos diga que somos capazes... não é isso que nos dá força propriamente dita, mas é isso que faz a diferença! A felicidade partilhada em Clã tem um valor inigualável!

Obrigada B.P. por um dia teres idealizado esta Fraternidade Mundial do Ar Livre e do Serviço!
Obrigada por me dares uma família maior e com laços TÃO fortes a cada momento que passa!
Obrigada por me dares os melhores Caminheiros do mundo, pelo menos os do meu mundo! :)
Obrigada pela força, pelas dificuldades e pela capacidade de ver o outro lado das coisas.

Obrigada, a todos! :)



Abracinho apertado da
Gaivota.

PS - Adoro-vos, meu Clã! :)

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Aniversário


É engraçada a forma como vamos conhecendo coisas e pessoas na nossa vida e como há determinados dias que ganham especial relevância.

Hoje é dia 1 de Agosto. Desde que me lembro que este é o dia de aniversário da minha avó. E durante muitos anos foi, apenas e só, o aniversário da minha avó.

Depois conheci “os escuteiros” e percebi que afinal o dia 1 de Agosto tinha um peso um bocadinho maior na minha vida – faz hoje 106 anos que B-P levou 4 patrulhas a acampar em Brownsea, pela primeira vez, dando início àquele que é hoje o maior movimento de jovens do mundo.

Por ter conhecido “os escuteiros” conheci o David. Ele também faz anos hoje. Mais um ponto para o dia 1 de Agosto J

Quando fui para o KISC, percebi que este era o dia mais importante do ano – aquele para que todo o staff do centro trabalha meses, dias e horas sem fim, para que seja único, excepcional e inesquecível. Para além de se celebrar o aniversário do escutismo, celebra-se também o Dia Nacional da Suíça.

Vinha a caminho do trabalho a pensar nisto tudo… e apercebi-me/relembrei-me como é bom termos esta dinâmica na nossa vida. Quando vivemos de braços abertos e sorriso no rosto, de coração sincero e vontade de conhecer o mundo, os nossos dias vão-se tornando cada vez mais preenchidos e com um significado muito maior.

Fico feliz por perceber que há caminhos que percorremos que enchem todos os dias da nossa vida e que, por si só, nos fazem sorrir, sem motivo aparente.

Daqui a nada é o meu aniversário… e mais do que estar feliz por fazer anos, estou feliz por ter a oportunidade de ter amigos que se lembram de mim nesse dia e que, para eles, o dia em que eu nasci também traz coisas boas às suas vidas.

Esta rede que criamos é feita de laços fortes, que dificilmente se desatam. Gosto de pensar em teias de amigos que conheço e que estão todas ligadas, seja por um lado ou seja por outro. O mundo é mesmo um lugar pequeno e, se formos a ver, estamos, na verdade, todos ligados àquilo que procuramos ser – felizes!

Abracinho da Gaivota. J



segunda-feira, 29 de julho de 2013

Ser Feliz! :)

Sabes quando tens um formigueiro nas mãos de inquietação?

Aquela sensação de que há algo em ti muito maior que o teu próprio corpo?

Sentir o peito cheio e não ser capaz de explicar aos outros o que isso significa para ti?

Olhar para dentro e perceber que quem era antes cresceu duma forma brutal?

Já sentiste a tua alma esgravatada?

Hoje sim! Estou de coração cheio, como há muito não estava! Há coisas que acontecem em nós sem darmos conta. No final duma semana a acampar com o melhor espírito e o melhor conjunto de pessoas que eu poderia desejar, sinto-me MAIS e maior! J

Tenho para mim que as coisas quando acontecem têm algum sentido. Se assim não fosse, para quê andar por aqui?

Durante esta semana tive a oportunidade de presenciar alguns contratempos em várias frentes e de, ao mesmo tempo, assistir à forma como os mesmos foram contornados e tornados em oportunidades únicas.
Sorrisos únicos, abraços fortes, palavras certas.

O que é que posso pedir mais? A felicidade vem assim mesmo, quando a queremos receber e dar aos outros.

Obrigada a todos os que me proporcionaram este renascer em campo! Sou mesmo muito feliz! J




Catarinazinha Gaivota.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

É isso!



Há viagens diferentes daquelas que imaginamos…

Tenho pena que às vezes as escolhas que fazemos nos afastem das pessoas e coisas que são mais importantes para nós. Mas ao mesmo tempo consigo acreditar que isso é, também, uma forma de desprendimento e de desafio dos próprios limites.

Admiro quem parte e deixa “tudo” para trás. Às vezes (muitas vezes, se calhar) também gostava de ter essa coragem. Mas depois vêm à tona os sentimentos, aquilo que nos “prende” aqui ou ali e que nos impede, muitas vezes, de mover.

Ser feliz é um conceito complexo e perigoso… idealizamos uma felicidade no futuro que por vezes não é efectivamente aquela que nos faz feliz, se é que isso faz sentido.

Acho importante a introspectiva, ter a capacidade de perceber em si mesmo a transformação que acontece ou que precisa acontecer.

Os sentimentos fazem-nos crescer…

Há uns anos alguém me disse que tinha que ser capaz de cortar as amarras com o meu passado de “jovem e adolescente” e aceitar o facto de ser adulta. Acho que esta é daquelas viagens que menos real é quando a idealizamos. Pelo menos, para mim, assim é.

O que pensava há 10 anos atrás é, com certeza, muito diferente daquilo que é hoje.

Não é necessariamente mau, não é isso! Acho apenas interessante constatar o poder que a nossa mente tem de criar uma viagem e de nos “preparar” para a mesma de uma forma tão distinta daquilo que a realidade pode vir a ser.

Há formas de energia tão peculiares e distintas para cada um. É bom ser diferente e é bom ter pessoas como nós. Mas é também muito bom ter pessoas que nos conseguem ler e perceber aquilo que “aqui vai”.

Percebo agora que tinha saudades de escrever assim, ideias e pensamentos, sem um propósito específico. “Coisas da alma”, é isso! J

Às vezes é bom parar, mesmo que o mundo gire sem “lá estarmos” por um bocadinho. Faz-nos bem! Ufa, custa mas é mesmo bom!

Acho que “cortar amarras” é forte de mais e a velocidade de adaptação depende de pessoa para pessoa, claro. A minha é, sem dúvida, rapidíssima para algumas coisas e tão lenta para outras. Mudo rapidamente de estratégia, mas não mudo rapidamente de sentimentos. É isso!

Até já. J

Saudades da Gaivota.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Partir

Calma! Não vou partir de novo! Pelo menos para já ;)

Há momentos (que podem ser minutos, horas, dias, semanas...) em que me lembro por que parti!
Ontem e hoje formam um desses momentos!

Mais do que a necessidade de partir de onde não nos sentimos bem há a necessidade de nos (re)encontrarmos, como tanto tenho falado no meu blog. Às vezes, mesmo que nos sintamos bem em determinado lugar e a fazer determinada coisa, acabamos por ter factores ao nosso redor que nos fazem querer partir novamente... acho que faz parte!

Mais do que serem controvérsias são possibilidades de crescimento!
Tudo depende da forma como encaramos as coisas, claro! E é isso que dita quem somos e para onde vamos também.

Partilhar! É disso que preciso nestes momentos! Partilhar, partilhar, partilhar! Deitar para fora o que se acumula cá dentro! Ajuda tanto!! :) É, de certa forma, uma maneira de partir... porque partimos do estado de explosão para o estado de serenidade! É uma viagem dolorosa mas que vale sempre a pena!

As coisas nem sempre são o que parecem e nem sempre parecem o que são!

É bom termos pessoas na nossa vida que contrariam a tendência negativa e nos mostram sorrisos dos mais simples que podem existir, muitas vezes sem dar por isso e sem ter noção do impacto que isso tem!

Há dias estava em casa duma amiga e ouvi esta música:

Pólo Norte – Vou P'ra Longe (para quem tem spotify)
http://www.youtube.com/watch?v=xmscRTN-Wbc (para quem não tem spotify - não gosto particularmente do filme associado :P)

Já não a ouvia há imeeeeennnnsssoooo tempo!! E ao aperceber-me da sua letra fiquei pasmada como a mesma faz tanto sentido e se enquadra tão bem!! :) (fica a partilha)

... "(...) o princípio mais parecia o fim"...

Hoje o somewhere da Catarinazinha é num cantinho de Gaivota que se abriga da tempestade no mar. A coisa tem estado violenta, mas felizmente existe o instinto natural que nos mostra o caminho do abrigo quando o mesmo é preciso! E os amigos!

Canhotas amigas e abracinhos apertados,
Catarinazinha Gaivota.